Recuperação da Ilha Fiscal
Dados do cadastro público, consultados em 26/09/2026.
Resumo do cadastro
- Situação informada
- Concluída
- Investimento previsto
- R$ 1.400.000,00
- Organização responsável
- COMANDO DA MARINHA
- Localização informada
- Praça Barão de Ladário, s/n, Ilha Fiscal, Centro, Rio de Janeiro, RJ
- Início previsto
- 17/12/2021
- Término previsto
- 08/12/2023
Investimento previsto não é pagamento. Previsões vencidas não comprovam atraso. O endereço pode ser uma referência administrativa.
Sobre a intervenção
Outros · Recuperação
População e empregos declarados
- População beneficiada declarada
- 80
- Empregos gerados declarados
- 20
Valores reproduzidos do cadastro, sem confirmação independente. A fonte pode conter erros de escala ou preenchimento e não permite confirmar se são estimativas ou resultados realizados. Não usamos esses números para comparar a eficiência das obras ou somar pessoas beneficiadas.
Descrição, metas e público beneficiado
Descrição do projeto
O prédio da Ilha Fiscal, concebido para ser um posto alfandegário dos navios mercantes estrangeiros que aportavam à Baía de Guanabara, logo adquiriu fama por sua notável arquitetura e requinte nos detalhes que o levaram a ser palco do “último baile do Império”. No que tange as ações de restauro e conservação os serviços no prédio principal englobam três grandes grupos, sendo eles: recuperação de esquadrias, impermeabilização e pintura interna e externa. Com essas intervenções será atendimento, em parte, às observações feitas nos relatórios realizados pelo INEPAC em 2017 e 2018, que apontam para diversas infiltrações e interferências inadequadas, dado o acúmulo de equipamentos de ar condicionado na área do Torreão, assim como a perda de revestimento na cobertura desse espaço. Também foram detectadas fissuras e trincas na platibanda e laje do terraço, bem como infiltrações causadas pelo término da vida útil da impermeabilização. A recuperação de algumas salas de exposição consiste no tratamento pontual de fissuras e infiltrações internas e a preparação de superfícies, tanto teto como paredes, para receber nova pintura.
Meta declarada
O referido projeto se apresenta como uma primeira fase de um programa que visa à recuperação das edificações da Ilha Fiscal e restabelecimento da integridade deste patrimônio, assegurando ao público um espaço para reflexões e diálogos sobre a Memória Nacional. Obedecendo a instruções e normas específicas de conservação e restauração para o patrimônio arquitetônico, o projeto irá potencializar o aproveitamento da Ilha Fiscal como símbolo da História do Rio de Janeiro e do Brasil.Objetivos da Meta Global:1. Acompanhamento e fiscalização da restauração durante o seu decurso;2. Impermeabilização do terraço e das coberturas de todos as edificações que compõem o conjunto arquitetônico da ilha fiscal com troca da manta asfáltica, incluindo aplicação de proteção mecânica e térmica e da platibanda que contorna todo o perímetro dos prédios;a. Retirada da manta com demolição do piso existente;b. Preparo do local para aplicação da nova manta asfáltica com revisão e reparo de possíveis fissuras ou danos maiores;c. preparo manual de contrapiso;d. aplicação em duas camadas da manta asfáltica e aplicação de PRIMER ASFÁLTICO, E=3MM E E=4MM;e. impermeabilização das platibandas;f. Teste hidrostáticos de 72 horas;g. colocação de piso novo semelhante, que atenda às necessidades de tráfego.3. Pintura das fachadas envolve, além da pintura em si, o tratamento de fissuras externas pontuais.a. Montagem de andaimes e colocação de telas de proteção;b. Limpeza de superfícies com jato de alta pressão de ar e água;c. Remoção, preparação de superfície e pintura; ed. Soldagem e acabamentose. Limpeza Final; ef. Desmontagem de andaimes e material, assim como desmobilização de canteiro de obra.4. Finalização do Projeto, apresentação de prestação de contas e relatório final.
Finalidade social
Inaugurada em 27 de abril de 1889, a Ilha Fiscal, símbolo do estilo neogótico no Brasil, é tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Artístico e Cultural, INEPAC por meio do Processo E18.001-177/90. O referido projeto se apresenta como uma primeira fase de um programa que visa à recuperação das edificações da Ilha Fiscal e restabelecimento da integridade deste patrimônio, assegurando ao público um espaço para reflexões e diálogos sobre a Memória Nacional. Obedecendo a instruções e normas específicas de conservação e restauração para o patrimônio arquitetônico, o projeto irá potencializar o aproveitamento da Ilha Fiscal como símbolo da História do Rio de Janeiro e do Brasil.Além da visível necessidade de restauro, devido à rotina de visitação e aos diversos projetos culturais/educativos realizados na Ilha Fiscal, existe também a demanda da elaboração de projetos executivos que facilitem o acesso, tanto para o público em geral quanto para visitantes com necessidades especiais. Os desafios e soluções técnicas a serem adotadas em projetos subsequentes tão logo os projetos executivos estejam prontos tanto no que tange a acessibilidade quanto a recuperação Estrutural do molhe de concreto.Ponto turístico obrigatório para os que desejam explorar a História do Brasil e aproveitar a excelente vista da Baía de Guanabara, a Ilha Fiscal e suas exposições recebem milhares visitantes por ano, apresentando-se como um patrimônio de valor inestimável para o cenário cultural do Rio de Janeiro. Tendo isso como fato, fica evidenciada a necessidade imediata do início de intervenções de restauro na Ilha Fiscal.
Público beneficiado
A contratação de empresa para executar serviços para reparo do prédio da Ilha Fiscal acarretará benefícios positivos para todos os envolvidos no acordo: o contratante com a motivação dos servidores, redução no consumo de energias, redução de materiais para conservação e conforto térmico; a contratada com o sustento direto de vinte famílias, os beneficiários difusos como fornecedores e serviços terceirizados; para com o ambiente natural; e para a sociedade como um todo.
Textos declarados pelo órgão. Não são verificação independente da entrega ou dos benefícios.
Eixo, tipo e subtipo oficiais
- Administrativo › Cultura › Obras em Imóveis de Uso Público
Preservamos a classificação da fonte, inclusive quando parece divergir do objeto descrito.
Quem administra, repassa e responde pela execução
- Executor no cadastro
- COMANDO DA MARINHA
- Tomador dos recursos
- COMANDO DA MARINHA
- Repassador dos recursos
- MINISTÉRIO DA DEFESA
Executor é a organização responsável pela intervenção. Tomador administra os recursos e repassador os transfere. A empresa contratada deve ser identificada no contrato; não é necessariamente o executor deste cadastro.
Contratos, andamento e recursos
Consulta complementar ao Obrasgov em 26/09/2026. Pode ser mais recente que o cadastro acima. Resultados completos podem ser reutilizados por até 6 horas.
Nenhum contrato retornado nesta consulta. Isso não prova que não houve contratação.
2 medição(ões) de execução física
- Execução física informada
- 100%
- Atualização do registro
- 22/05/2026
- Início registrado
- 17/12/2021
- Fim registrado
- 08/12/2023
- Execução física informada
- 100%
- Atualização do registro
- 22/05/2026
- Início registrado
- 17/12/2021
- Fim registrado
- 08/12/2023
Medições podem se referir a instrumentos diferentes. Não foram somadas e não comprovam entrega ou funcionamento.
Nenhum empenho retornado nesta consulta. Isso não prova ausência de despesas.
1 registro(s) de estudo de viabilidade
- Técnica: Sem especificação
O registro não equivale a acesso ao documento integral nem comprova viabilidade.
Fonte e atualização
Esta ficha preserva o cadastro da carga 25/09/2026. A consulta complementar de contratos e andamento tem data própria; falhas dessa consulta não apagam o cadastro preservado.
Sobre a base pública Obrasgov ↗